sábado, 19 de fevereiro de 2011

Crítica em Berlim ignora brasileiro "Os Residentes"



A participação brasileira no Festival de Berlim, depois da ovação de "Tropa de Elite 2" pelo público e pela crítica, seguiu nesta quarta e quinta-feira, agora divindo ambos os setores. Na quarta-feira, o filme ganhara uma sessão na maior sala do CineStar Sony Center (com 515 lugares), mesma sala onde foram exibidos outros filmes sulamericanos. Todas as sessões foram lotadas, à exceção deste brasileiro.

Parecia que o público já sentia o cheiro do que viria e resolveu evitá-lo. Não houve debandada geral durante a sessão, nem aplausos ou vaias ao final. O que não impediu de o público esvaziar rapidamente o local e não se interessar em ficar para ouvir o que o diretor tinha para dizer, ao contrário do que tem acontecido na maioria das sessões da Mostra Fórum, nas quais o público debate com os realizadores após a exibição.

A sessão para imprensa aconteceu numa sala menor, com quórum inicial de cerca de 200 jornalistas do mundo todo. Ao término, 23 era o exato número de sobreviventes na sala. O longa já havia sido exibido no Festival de Brasília, causando reações de revolta e de alguma defesa. Depois, ganhou o prêmio da crítica no Festival de Tiradentes, em janeiro último.

Descontruindo todos os preceitos usuais de roteiro e montagem, o diretor Tiago Mata Machado criou uma mescla de vídeoarte, teatro e cinema subversivo na qual um grupo de pessoas vive num prédio de sobrevivência temporária e gastam os seus dias ali, discutindo assuntos de cunho político e filosófico ininteligível, proferindo ideias soltas como lunáticos que são.

Filhote desnecessário do enfadonho Julio Bressane, é bem verdade que Tiago faz um cinema ousado, mas ninguém se importa com uma arte sem sentido, com filosofia anarquista de hyppie comunista. Felizmente, esta contracultura ficou para trás e o cinema raramente a utiliza, simplesmente porque não funciona nesta linguagem.

“Os Residentes” não foi criado no nicho artistico ideal. Sua estética, sua trilha, sua direção de arte e sua montagem funcionariam perfeitamente bem como uma videoinstalação, mas como cinema, está fadado a ser exibido apenas em festivais. Diretor e equipe mostraram verdade no que estavam fazendo, mas isso não é suficiente. Talvez com uma bula e muita paciência...

Candidato argentino é o pior do Festival de Berlim

O péssimo dia para a competição do Festival de Berlim em seu sétimo dia contou com a apresentação do longa argentino “Un Mundo Misterioso”, uma bomba inexplicável que fez com que metade dos críticos deixassem a sessão antes do fim e a outra metade o vaiasse com veemência.

Sendo a primeira obra deste festival a ser exibida no antiquado formato 4:3, que não aproveita por completo a tela do cinema e ainda tem suas margens superior e inferior cortadas, o filme testou a paciência dos presentes e os desafiou a ficar até o fim. Eram incontáveis aqueles que se contorciam ou que faziam cara feia durante o filme.

O longa do diretor Rodrigo Moreno começa com um casal acordando. Ainda na cama, a mulher anuncia que precisa de um tempo na relação. Depois de contestá-la, o homem resolve atender o pedido e sai de casa por uns dias. Pronto. Acabou o filme e linguiças começaram a serem enchidas, em 108 infindáveis minutos.

O homem vai em busca de comprar um carro usado, analisa-o, faz perguntas ao vendedor, resolve comprá-lo. Pega a estrada, o carro pifa, pernoita no acostamento. Encontra pessoas, conhece outras mulheres e conversa aleatoriedades por aí. Em uma conversa num sebo, ele pergunta ao vendedor: “O que acontece no fim deste livro”. “Nada, absolutamente nada” é a resposta. “E por que teria de acontecer algo?”, retruca o vendedor. Via-se ali o diretor do filme, já explicando sua pseudo-obra, mas esquecendo-se de dizer também que, neste livro, nada acontece também no começo e no meio.

Mas é numa fala de uma mulher numa casa de jogos que o pensamento coletivo é exprimido: “este lugar me deprime”. Todos na plateia pareciam concordar.

Uma virtude o diretor tem: a coragem. Coragem para vir a Berlim e ser vaiado do jeito que foi. E pensar que muitos desavisados ainda irão assistí-lo, ludibriados pelo cartaz que deverá ostentar com orgulho a logomarca de competidor da Berlinale...

"El Mocito" retoma a ditadura Pinochet

Contestar e pedir por justiça foi o que fizeram os diretores Marcela Said e Jean de Certeau de “El Mocito”, documentário chileno exibido no sétimo de Berlinale. Exibido para uma plateia de cerca de 500 pessoas que lotaram um dos cinemas do festival, o filme foi assistido no mais absoluto silêncio, tão envolvente foi a história do seu retratado.

Jorgelino Vergara foi ajudante de torturadores que trabalhavam para a DINA e a CNI, órgãos repressores da ditadura Pinochet. Adolescente à época, servia cafezinho aos torturadores e fazia pequenos favores, enquanto eles torturavam e executavam pessoas. Marcado na sua comunidade por ter “corroborado” com tais horrores, envelheceu sem nunca ter conseguido um trabalho decente, depois que a ditadura se foi.

“Éramos jovens obrigados a fazer aquilo pela ditadura que servíamos. Você vai me chamar de assassino por isso?”, diz o arrependido personagem, numa fala que abre o filme. “Eu procurava um personagem que fosse sincero com o que fizera na época, mas só encontrava pessoas más e/ou mentirosas. Sentia sempre algo ruim perto delas. Foi então que o nosso pesquisador e nosso assistente, Javier Ignacio Rebollero, encontrou o Jorgelino e percebi imediatamente que ele seria nosso personagem”, conta a diretora Marcela Said, após a sessão.

A equipe do documentário leva o ex-ajudante até um juiz, para que ele veja se é possível conseguir uma indenização, por aquela época ter-lhe deixado traumas profundos e ter sido condenado pela vida por isso. É ali, de frente para o juiz, que ele responde questões esclarecedoras. E é revisitando locais de tortura que ele explica em detalhes como as sessões ocorriam. São depoimentos fortes e honestos.

Este é um dos casos em que a função do documentário extrapola a simples exposição de fatos ou história contada. “El Mocito” teve uma importância nacional e ajudou aquele homem arrependido a se redimir, depois de passar a vida orando, pedindo perdão e acordando todos os dias se forçando a dizer para o espelho que ele poderia ser um homem bom e fazer algo pelos Direitos Humanos. E foi com a ajuda da equipe do longa que ele o fez, num feito que só é revelado na cartela que encerra o documentário.

Esta é uma bela história de arrependimento e redenção, um clamor por justiça e incentivo para que outros pudessem fazer o mesmo pela sociedade chilena.


"Ausente" representa bem a Argentina no Festival de Berlim

O diretor argentino Marco Berger (Plano B) veio a Berlim para apresentar seu novo trabalho, Ausente, pela Mostra Fórum, e causou polêmica ao contar a história de envolvimento entre um menor de idade e seu instrutor de natação.

“A verdadeira questão do filme é analisar a natureza do desejo e a forma que um adulto deveria tomar cuidado quando deparado com tal confusa situação; a intenção não é puní-lo, mas entendê-lo sem julgamentos”, disse o diretor, em conversa com público e crítica após a sessão, expondo uma opinião forte sobre o assunto.

No filme, o aluno Martin machuca o olho durante uma aula de natação. Seu professor, Sebastian, leva-o ao hospital e na saída oferece-o carona, mas o garoto diz ter perdido as chaves de casa e lá não há ninguém para recebê-lo. O professor, vendo-se sem opção, leva o garoto para dormir em sua casa.

Um tom escuro é empregado em toda a fotografia da película. Elipses obscurecem os fatos e a música é usada para ampliar o suspense e deixar claro que algo de errado existe ali. A tensão sexual entre professor e aluno é elevada à máxima potência e instiga. Afinal, o que quer o garoto? É difícil não pensar em qual seria a maneira correta para o professor agir, com razão ou com honestidade.

O que difere o filme dos demais de temas parecidos é que aqui a situação de sedução é invertida. O símbolo do pecado da luxúria é representado pela menor de idade. É ele quem manipula os acontecimentos e confunde o adulto.

Instigante, “Ausente” deixa é de deixar qualquer curioso o suficiente para não piscar até o final. Espera-se que o desfecho seja realmente convincente e o mesmo o é, justamente por surpreender as expectativas. Quando os fatos ocultos pelas elipses começam a ser revelados, é o diretor quem confunde o espectador e o deixa com a pulga atrás da orelha.

O julgamento, cada um que dê o seu (ou não).

Nietzsche é tema de filme em competição na Berlinale

O filósofo Friedrich Nietzsche realmente não serve para ser personagem de filme. Ao menos não pelas mãos dos chamados diretores de filmes de arte. Muita profundidade agrupada resulta em um produto arrogante e autoexaltador.

Foi o que aconteceu no Brasil, quando Júlio Bressane resolveu rodar uma obra intragável – chamada “Dias de Nietzsche em Turim” – só com declamações de escritos do filósofo e foi o que aconteceu com este novo filme do diretor húngaro Béla Tarr, exibido nesta terça-feira (15), em competição no Festival de Berlim.

Depois da exibição de uma obra atual e leve como o também em competição “The Future”, quem se arriscou a conferir este outro competidor levou um balde de água fria. Foi como se a marcha tivesse sido mudada da quinta para a ré, imediatamente.

De fotografia belíssima, em preto-e-branco, e estética de fome próxima a do fotógrafo Sebastião Salgado, “The Turin Horse” retorna a 1889, em Turin. Nietzsche sobe em um cavaldo de transporte e em seguida perde a consciência. Acorda em algum lugar no meio rural e passa a conviver com um fazendeiro e sua filha, um cavalo e uma carroça (!). Do lado de fora da casa rústica, apenas uma ventania assopra.

Acreditem ou não, esta sinopse refere-se a todos os 150 minutos de filme, divididos em dias, que para o espectador podem parecer meses.

Deslocado no tempo, o longa de Béla Tarr talvez encontrasse espaço maior na época em que filme de arte era sinônimo de lentidão e absoluto marasmo.

Cinema para crítico intelectualoide, encontraria “The Turin Horse” lugar na preferência do júri da Berlinale? A resposta, só no próximo sábado (19). É esperar para (não) ver.

Novo filme de Miranda July é o alívio cômico da competição em Berlim
O modo como as pessoas se relacionam e a paralisação que a internet pode causar em seus modos de sentir é o tema de “The Future”, filme em competição no Festival de Berlim. É o segundo trabalho da artista plástica Miranda July na direção de longametragens.

Miranda tem um modo muito particular de ver o mundo e expressa isso em seus trabalhos, recheando suas histórias de pequenos elementos surreais, que podem estar contidos de simbolismos, mas podem simplesmente refletir os loucos pensamentos que cada um tem ao se deparar com situações de tensão ou sensação de deslocamento do mundo.

Em “The Future”, Sophie (a própria Miranda) e Jason (Hamish Linklater) formam um casal insatisfeito com suas profissões e a forma com que a internet parece tê-los engessado. Decididos a sair daquela situação, abandonam seus empregos e decidem realizar simples desejdos, em um mês. Jason quer salvar o meio ambiente e integra uma associação de defensores da árvore, enquanto Sophie resolve que irá criar uma nova dança.

Aos poucos, a relação deles vai se enfraquecendo sem que eles percebam. Encontram válvulas de escape diferente e parecem não querer ouvir a verdade um do outro. Ao contrário do que sugere a sinopse, Miranda suaviza a história com uma direção leve e só deixa o drama tomar conta em momentos muito específicos.

O misto de experimentação e comédia peculiar da diretora ainda é o mesmo da sua estreia em “Eu, Você e Todos Nós”, assim como a trilha sonora é parecida e o elementos “internet” e “deslocamento” voltam a se fazer presentes, só que desta vez ela deixa de lado as várias pequenas histórias para focar em apenas uma, mais complexa do que a primeira.

É uma maneira muito sensível de ver o mundo. Seus personagens agem de maneira tão estranha que constituem um mundo ridículo, deprimente, mas extremamente engraçado. É uma perspectiva diferente de os problemas comuns a muitos outros que os encaram como drama.

Como este seu segundo filme, Miranda July renova o próprio estilo, mesmo repetindo tiques de sua primeira obra. Pode até não ser capaz de levar o prêmio máximo na Berlinale, mas era necessário algo assim, para a aliviar a tensão e desobstruir o esôfago.

Filme iraniano arrebata Berlim e é forte candidato ao Urso de Ouro

Surgiu nesta terça-feira (15) o primeiro fortíssimo candidato ao Urso de Ouro no Festival de Berlim. É “Nader and Simin – a Separation”, filme iraniano dirigido pelo mestre Asghar Farhadi.

Asghar estarreceu a crítica, que o aplaudiu efusivamente ao final da sessão e terá trabalho para descrever em palavras a obraprima que ele apresentou neste festival. Já havia dado uma aula de cinema com seu filme anterior, “Procurando Elly”, e agora retorna com uma obra ainda mais densa, de todo e quaisquer detalhe impecável.

A primeira cena mostra o casal Nader e Simin em frente a um juiz, discutindo sua separação. A mulher quer sair do país e levar sua filha para ser criada em algum lugar onde as regras não sejam tão opressoras quanto no Irã. O juiz não vê motivo para conceder a separação, já que o casal não tem nenhum conflito entre si. Ela (Simin) deixa o lar e o marido precisa contratar uma mulher para cuidar do seu pai, que sofre Mal de Alzheimer. Mas Nader não sabe que a nova empregada não só está grávida como também está trabalhando sem a permissão e consciência do marido.

Depois de alguns acontecimentos, Nader se vê envolvido numa teia de mentiras, manipulações e confrontos públicos.

O diretor constroi uma trama intrigante, usando brilhantemente os elementos que o cinema oferece, colocando elipses no momento certo, diálogos calculados para manter o suspense e só concederem informações no momento certo. A todo momento, surpreende o espectador com novas revelações e o mantém não só atento como tocado por aquela história.

Cada personagem ali é de extrema importância e têm suas ações compreensíveis no contexto da cultura iraniana. Eles mentem pela religião, por medo de Alá (o deus deles), tomam decisões baseados nisso, mentem novamente por medo da sua reputação perante a sociedade ou à família e só aumentam a sua cota de pecados.

Farhadi critica os costumes e a religião do seu país sem precisar ser agressivo. Simplesmente mostra a situação com naturalidade. Se um iraniano assiste ao filme, pode achar tudo completamente normal, mas um ocidental tomará aquilo como crítica, dado o seus conceitos contrários àquelas práticas.

O drama é tão denso que seria cruel dizer que este ou aquele personagem está errado. Cada um nos toca de um forma diferente e à vontade que se tem é de interrompê-los e dizer “pelo amor de Deus, se perdoem, se compreendam”. É difícil conter as lágrimas. A sensação de impotência, de ser um mero espectador, deixa o público com um gosto amargo na boca.

“Nader and Simin – a Separation” é uma obra singular, um modelo de construção de roteiro e personagens e de como se fazer cinema, de como se fazer arte. Que Farhadi se mantenha incólume às leis iranianas e que não aconteça a ele o que aconteceu a Jafar Panahi (condenado a ficar 20 anos afastado do cinema, por supostamente fazer propaganda contra o governo iraniano).

É bom lembrar que Asghar já tem prestígio em Berlim – levou o Urso de Prata de direção em 2009, com “Procurando Elly” - e pode agora ter sua obra definitivamente consagrada. Sua glória pode ser também uma afirmação do clamor do Festival pela liberdade de expressão no Irã. Os concorrentes que se virem para tirar o prêmio de Asghar.

http://www.cinepop.com.br/noticias2/festivaldeberlim2011_105.htm

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Poder do Marketing



Duas crianças de oito anos conversam no jardim e o menino pergunta à menina:
- O que vais pedir no DIA DA CRIANÇA?
- Eu vou pedir uma Barbie, e tu?
- Eu vou pedir um TAMPAX ou um OB! -responde o menino
- TAMPAX?! OB?! que é isso?!
- Nem imagino... mas na televisão dizem que com TAMPAX ou OB a gente pode ir à praia todos os dias, andar de bicicleta, andar a cavalo, dançar, ir ao clube, correr, fazer um montão de coisas, e o melhor... SEM QUE NINGUÉM PERCEBA!

SUPERMERCADO ALEMÃO - TECNOLOGIA DO FUTURO


Loja reproduz sons e aromas da natureza
Uma loja da rede de supermercados Metro, da Alemanha, passou a ser conhecida como a “loja do futuro” por usar as últimas tendências do setor. O supermercado Real usa a tecnologia RFID para monitorar os seus produtos por radiofrequência. Etiquetas podem rastrear o movimento de produtos e os estoques. Para clientes em busca de inspiração, a loja tem uma central culinária que imprime receitas na hora.

A peixaria emprega as últimas técnicas para atrair clientes: sprays de óleos aromáticos do teto e sons do litoral, como gaivotas e ondas. Na loja , a peixaria usa sons e imagens do mar para atrair clientes De quebra, um aplicativo para celulares de última geração permite que clientes criem uma lista de compras e simplesmente leiam o código de barra dos produtos. Depois, é só passar o celular no caixa e pagar.

‘Laboratório’

Avanços tecnológicos também permitem que os consumidores possam pagar suas compras com o celular, após armazenar os códigos de barra dos produtos desejados.

– A ideia é que a filial seja um laboratório vivo para testar com os clientes os mais novos conceitos, produtos e tecnologias. Se forem aprovados aqui, eles são implantados em outras lojas da rede – afirmou Gerd Wolfram, diretor-executivo da rede Metro.

Na Alemanha, os clientes parecem aprovar o supermercado do futuro da rede Metro. Desde que foi aberta, em 2008, as vendas da loja cresceram 15% e o número de clientes, 20%.

fonte: http://correiodobrasil.com.br/supermercado-alemao-cria-a-loja-do-futuro/208637/

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

TRAILER AS MÃES DE CHICO XAVIER - O FILME


Trailer do novo filme com conteúdo transcendental. "As Mães de Chico Xavier", baseado em fatos reais, terá lançamento nacional em 1º de abril.

TRAILER DE AS MÃES DE CHICO XAVIER

As mães de Chico Xavier é tema de videochat esta quarta
O produtor Luis Eduardo Girão dá detalhes sobre o filme e exibe o trailer a partir das 17h




Silvia Dalben - Portal UAI


A onda de filmes espíritas vai continuar em 2011! Depois do sucesso de bilheteria de Bezerra de Menezes, Chico Xavier e Nosso Lar, estreia em abril o filme As mães de Chico Xavier, uma produção que encerra as comemorações do centenário do maior médium brasileiro.


Quem conta detalhes sobre o filme esta quarta-feira no Portal Uai é o produtor Luis Eduardo Girão. O videochat começa às 17h.

O longa As mães de Chico Xavier conta a história de três mães que encontram conforto e esperança para seus dilemas em cartas e conversas com Chico Xavier. Uma delas tenta superar a morte de seu filho, a outra ajudar o filho a largar as drogas e a terceira sofre com uma gravidez não planejada.

Ele é considerado uma continuação do filme Chico Xavier, de Daniel Filho, com inclusive algumas semelhanças. A história é baseada em outro livro de Marcel Souto Maior e o ator Nelson Xavier também está no elenco, dando vida novamente ao médium Chico.

O elenco reúne vários atores de peso como Caio Blat, Herson Capri, Neuza Borges, Tainá Müller, e Nelson Xavier volta a interpretar o médium Chico, como o fez no filme de Daniel Filho. A direção é de Glauber Filho e Halder Gomes.

http://www.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_8/2011/01/19/ficha_cinema/id_sessao=8&id_noticia=33648/ficha_cinema.shtml

segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Diretores e produtores de As Mães de Chico Xavier falam à imprensa nesta terça
A mais nova produção brasileira na linha do cinema transcendental, “As Mães de Chico Xavier”, é cearense. O trailer do filme será exibido para a imprensa nesta terça-feira (28), às 10h, na Livraria Cultura (Av. Dom Luís, 1010, em Fortaleza), quando haverá entrevista coletiva com diretores e produtores, além da assinatura do contrato de distribuição com a Paris Filmes, responsável pela trilogia “Crepúsculo”.

O longa é produzido pela Estação da Luz Filme, co-produtora de “Chico Xavier” e realizadora de “Bezerra de Menezes – O Diário de um Espírito”. O lançamento nacional de “As Mães de Chico Xavier” está marcado para 1º de abril de 2011, data de encerramento do ano do centenário do médium mineiro, que completaria 101 no dia 2 de abril. “Estamos confiantes no sucesso do filme, que deverá tocar a toda a família com suas histórias de amor e superação. Será um marco para a produção cinematográfica cearense”, afirma o diretor da Estação da Luz Filmes, Sidney Girão.

O filme foi inspirado no livro “Por Trás do Véu de Isis”, do jornalista e escritor Marcel Souto Maior. O roteiro original ficou a cargo de Glauber Filho e Emmanuel Nogueira. Baseado em fatos reais, traz a história de três mães, com dramas diferentes, que se cruzam quando recebem conforto e reencontram a esperança de vida através do médium.

Ruth (Via Negromonte) é mãe de um adolescente envolvido com drogas; Elisa (Vanessa Gerbelli) tenta superar a perda do filho, Theo (Gabriel Pontes), junto com o marido; e Lara (Tainá Muller) vive um dilema diante de uma gravidez indesejada.

No elenco, estão também o ator Nelson Xavier, revivendo o papel de Chico; Herson Capri, que interpreta Mário, marido de Ruth; Caio Blat, interpretando um jornalista que quer investigar o médium, e Neuza Borges, no papel de governanta de Elisa e Guilherme (Joelson Medeiros).

“As Mães de Chico Xavier” começou a ser filmado no último dia 12 de abril, em Guaramiranga. As filmagens continuaram em Fortaleza e Pacatuba e foram concluídas no final de maio em Pedro Leopoldo (MG), terra natal de Chico. A produção é em película 35mm e realizada por uma equipe técnica de altíssimo nível.

“As Mães de Chico Xavier” conta com apoio da Panavision, do Governo do Estado do Ceará, através da Secretaria de Cultura, do Governo Federal, através da Ancine, Servis Segurança Ltda,, Porto da Aldeia Resort, Coelce – Companhia Energética do Ceará, Produtos Ypê e Capemisa – Seguradora de Vida e Previdência S/A.

Saiba mais sobre o diário de gravações acessando: asmaesdechico.blogspot.com

* Com informações da VSM Comunicação – Assessoria de Imprensa – fone: (85) 3456 6100
Mais informações: Jornalistas Jerfson Lins – (fone: 85 8866 3050) e Aurimar Monteiro – (fone: 85 9144 3848)

Fonte: Agência da Boa Notícia - (fone: 85 3224 5509 - Jornalista Responsável: Carmina Dias 00629JP / Estagiário de Jornalismo: Leandro Porto


Diferente de “Chico Xavier”, de Daniel Filho, “As Mães de Chico Xavier” terá como foco as histórias de três mães: Ruth (Via Negromonte), cujo filho adolescente enfrenta problemas com drogas; Elisa (Vanessa Gerbelli), que tenta suprir a ausência do marido dando total atenção ao filho, o pequeno Theo (Gabriel Pontes); e Lara (Tainá Muller), uma professora que enfrenta o dilema de uma gravidez não planejada, se cruzam quando buscam conforto junto ao médium.
A produção cearense apresenta ainda o ator Nelson Xavier, que revive o papel de Chico; Herson Capri, que interpreta Mário, marido de Ruth; e Neuza Borges, a cuidadosa governanta de Elisa e Guilherme (Joelson Medeiros).
As filmagens começaram no último dia 12 de abril, em Guaramiranga, e seguem para Fortaleza e Pacatuba, sendo concluídas no dia 17 de maio em Pedro Leopoldo (MG), terra natal do médium. O roteiro é assinado por Glauber Filho e Emmanuel Nogueira e inspirado no livro “Por Trás do Véu de Isis”, do jornalista e escritor Marcel Souto Maior.
http://cinemacomrapadura.com.br/noticias/158732/veja-as-primeiras-imagens-de-as-maes-de-chico-xavier/Fotos: Soraya Ramalho.






ACOMPNHE O BLOG DO FILME AS MÃE DE CHICO XAVIER: http://asmaesdechico.blogspot.com/

Veja aqui em nosso blog TRILHAS vídeos reportagens e Bastidores do filme.

AS MÃES DE CHICO XAVIER - SINOPSE

Elisa (Vanessa Gerbelli) e Théo (Gabriel Pontes).

-->> SINOPSE

O roteiro de “As Mães de Chico Xavier”, assinado por Glauber Filho e Emmanuel Nogueira, foi inspirado no livro “Por Trás do Véu de Isis”, do jornalista e escritor Marcel Souto Maior (também autor de “As Vidas de Chico Xavier”, biografia que deu origem ao filme atualmente em cartaz). Sob a direção de Glauber Filho e Halder Gomes, a produção conta a história de três mães que vêem sua realidade se transformar por completo. São elas: Ruth (Via Negromonte), cujo filho adolescente enfrenta problemas com drogas, Elisa (Vanessa Gerbelli), que tenta suprir a ausência do marido dando total atenção ao filho, o pequeno Theo (Gabriel Pontes), e Lara (Tainá Müller), professora que enfrenta o dilema de uma gravidez não planejada. Essas três mulheres, vivendo momentos distintos de suas vidas, buscam conforto junto a Chico Xavier (novamente vivido por Nelson Xavier). Herson Capri interpreta Mário, marido de Ruth, Neusa Borges é a cuidadosa governanta de Elisa e Guilherme (Joelson Medeiros)e Caio Blat é o repórter Karl, que insiste em entrevistar o médium, mesmo sem estar preparado para isso...

(Texto: Valéria Dallegrave)

Roteiro: trabalho invisível
O diretor Glauber Filho, o roteirista Emmanuel Nogueira e a diretora de fotografia Carina Saginitto.


Sem o roteiro o filme não existiria, seu trabalho é essencial para a produção, mas fica invisível à medida que o filme é feito... Afinal, quem quer ler o roteiro quando pode assistir o filme?

Emmanuel escreveu “Homens com cheiro de flor”, que começa a ser rodado em junho de 2010 (projeto premiado pela Secretaria do Audiovisual - Ministério da Cultura). O roteiro do longa-metragem, também selecionado no Edital Mecenas/2008 da SECULT/CE, foi a recomendação para que a Estação da Luz o convidasse a escrever um novo roteiro, cuja idéia inicial, que inspirou o roteiro original, foi o livro “Por trás do Véu de Ísis”, de Marcel Souto Maior.
O roteirista lembrou, então, da origem de seu nome: homenagem feita por seu pai ao espiritismo, e entendeu que essa seria sua oportunidade de homenagear ao pai.

A partir daí, entre o início de 2009 e 2010, foram cerca de 15 meses de trabalho, com a leitura de mais de 50 livros espíritas, e de cartas psicografadas publicadas em livro. Mas primeiro veio a pesquisa de campo: Pedro Leopoldo, Uberaba e São Paulo. Nessa viagem, conheceu mestres do espiritismo, familiares e pessoas próximas de Chico Xavier e entrevistou algumas mães que receberam cartas psicografadas. Com elas, aprendeu sobre a existência de um amor realmente sem limites...
Emmanuel acompanhou toda a primeira semana de filmagens em Guaramiranga. Segundo ele, essa primeira vez que “pisou em um set de filmagens” foi “uma experiência fantástica”: “É gratificante ver que aquilo que foi pensado está funcionando, está dando bons frutos... Saio daqui com a certeza que estamos construindo uma bela obra cinematográfica.”
Mais uma produção sobre a vida e obra de Chico Xavier que promete emocionar o público

Paulo Goulart Filho embarca para Fortaleza (CE) para filmar “ As Mães De Chico Xavier” – uma iniciativa da Estação da Luz Filmes, a mesma que produziu “Bezerra de Menezes , o Diário de um Espírito”. Seu personagem chama-se Cassiano, ele é um espírito de luz que vem buscar Santiago – outro personagem – que desencarnou e não sabe.
Com produção cearense, o longa metragem traz Emmanuel Nogueira e Glauber Filho no roteiro e direção. O filme conta a história de três mães cujos filhos desencarnaram e que passaram a enviar cartas por intermédio de Chico Xavier. Ainda no elenco: Nelson Xavier, Herson Capri, Via Negormonte, Daniel Dias, Vanessa Gerbelli, Joelson Medeiros, Gabriel Pontes, Neuza Borges, Cristiane Goes, Caio Blat, Taina Muller, Gustavo Falcão e Silvia Bonet.
“ As Mães de Chico Xavier” é mais um filme que homenageia o maior médium do Brasil, tem estréia prevista para final deste ano.







Ficha Técnica:
As mães de Chico Xavier (Ficção, longa-metragem, 35mm)
Direção: Glauber Filho e Halder Gomes
Produtor: Eduardo Girão
Produtores Executivos: Amaury Cândido e Sidney Girão.
Produtor Associado: Gerson Sanginitto
Direção de Arte: Fábio Vasconcelos
Direção de Fotografia: Carina Sanginitto.
Direção de Produção: Dayane Queiroz
Som Direto: Alfredo Guerra
Produção: Estação Luz Filmes
Co-produção: ATC
Postado por Jornal Port@leste

Seg, 19 de abril de 2010 - 15h22
Acompanhamos as gravações de “As Mães de Chico Xavier”
O CCR visitou o set de gravação do longa na serra cearense.
Marcus Vinicius
cinemacomrapadura.com.br
No último sábado, 17, o Cinema com Rapadura foi convidado pela equipe do filme “As Mães de Chico Xavier” para uma coletiva com os diretores e o elenco do longa, que está sendo rodado inicialmente na serra de Guaramiranga, no Ceará. O filme relata a vida de mães que perderam seus filhos e receberam cartas psicografadas do famoso médium Chico Xavier e, ao contrário de “Chico Xavier”, de Daniel Filho, que está em cartaz nos cinemas, a história de Chico não é o principal foco desta obra. Dirigido por Glauber Filho (“Bezerra de Menezes: O Diário de um Espírito”) e Halder Gomes (do ainda inédito “Area Q”), o filme é protagonizado por Via Negromonte, Herson Capri, Daniel Dias e Nelson Xavier, mais uma vez no papel de Chico.
A coletiva foi dividida em duas partes. Na primeira, os atores coadjuvantes falaram aos jornalistas sobre suas experiências artísticas e religiosas, tema bastante levantado na entrevista. Destaque para a cearense Christiane Góis que, além de definir bem a profundidade e o peso de sua personagem Lica, ainda demonstrou bastante orgulho de ter participado da produção. Outro ponto forte do evento foi o emocionante depoimento do ator Eduardo Cintra que relatou uma história envolvendo a morte de seu pai e não conseguiu segurar as lágrimas. Ele ainda definiu Chico Xavier como sendo uma luz que ajudava a amenizar as dores das pessoas.
Na segunda parte, Herson Capri, Via Negromonte e Daniel Dias também falaram um pouco de seus personagens e seus respectivos posicionamentos em relação ao tema. Além de não ter lido nada quase nada sobre o tema, Herson Capri afirmou ainda que tinha uma religião particular, muito mais voltada para o seu trabalho artístico. Via Negromonte, que faz o papel de Ruth, mãe de um menino que morre, diz que estudou o tema e que acredita, mas assim como seu companheiro, tem uma religião mais voltada para a magia do seu trabalho.
Devido a imprevistos, muitas mudanças ocorreram na programação de nossa visita e a coletiva com os diretores foi cancelada, mas antes de se deslocarem para o set, Glauber Filho e Halder Gomes deram algumas palavras. O primeiro enfatizou o belíssimo trabalho que estão desempenhando na obra, afirmando que vai cumprir com o que se espera dela. Já Halder, quando interrogado sobre o desafio de pegar uma história que está arrebentando nas bilheterias nacionais, disse que adorava trabalhar sobre pressão e que isso o motivava a desempenhar sempre o seu melhor. Depois dessas rápidas palavras, a equipe se deslocou para o set de gravação.
O tempo decidiu não ajudar e a gravação, prevista para acontecer na estrada entre Guaramiranga e Pacoti, foi cancelada, mas, para a alegria da imprensa, uma gravação interna foi antecipada e foi possível acompanhar alguns momentos das filmagens. Na cena, Herson Capri e Daniel Dias caminham por um corredor. Em seguida, o tempo fechou novamente e tivemos que encerrar nossa visita. Depois de um dia acompanhando o ritmo de gravação e o envolvimento da equipe com a história, pode-se afirmar que o filme promete emocionar.
FONTE: http://cinemacomrapadura.com.br

sábado, 29 de janeiro de 2011

A mais bizarra sequência de ficção científica da história


Você está prestes a testemunhar a mais impressionante e insana cena de ação jamais criada no cinema. Duvida? Vale a pena ver até o final!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

ASSALTO AO BANCO CENTRAL - O FILME - dia 22 de JULHO NOS CINEMAS

Foto polêmica de Assalto ao Banco Central parodiando A Última Ceia vaza na web


Cena polêmica de Assalto ao Banco Central e abaixo o famoso quadro de Leonardo Da Vinci

A pouco menos de um mês para a estreia do aguardado Assalto ao Banco Central, vazou na internet uma foto polêmica do filme. Nela, parte do elenco — Eriberto Leão, Hermila Guedes, Milhem Cortaz e Heitor Martinez, entre outros — faz uma paródia do famoso quadro A Última Ceia, de Leonardo Da Vinci. No lugar da ceia, o dinheiro roubado. Para evitar confronto com a Igreja, o estúdio resolveu tirar da edição final.

Inspirado no maior roubo a banco do século, o filme mostra a preparação da quadrilha, o roubo e a posterior investigação realizada pela Polícia Federal. Em Agosto de 2005, R$ 164.7 milhões foram roubados do Banco Central de Fortaleza, Ceará. Sem dar um único tiro, sem disparar um alarme, os bandidos entraram e saíram por um túnel de 84 metros cavado sob o cofre, carregando três toneladas de dinheiro. Foram mais de três meses de operação. Milhares de reais foram gastos no planejamento. Foi um dos crimes mais sofisticados e bem planejados de que já se teve notícia no Brasil.

O longa, que estreia no dia 22 de julho, é uma produção da Total Entertainment em coprodução com a Fox International Pictures, tem roteiro de Renê Belmonte (Sexo, Amor e Traição, Se eu Fosse Você e Se eu Fosse Você 2) e direção de Marcos Paulo, em seu primeiro trabalho como diretor de um longa-metragem.

No elenco estão os já citados Milhem Cortaz, Eriberto Leão, Hermila Guedes, Heitor Martinez, além de Lima Duarte, Giulia Gam, Gero Camilo, Cassio Gabus Mendes, Tonico Pereira, Vinicius de Oliveira, Milton Gonçalves, Antonio Abujamra, entre outros. 







Sem dar um único tiro, sem disparar um alarme, os bandidos entraram e saíram por um túnel de 84 metros cavado sob o cofre, carregando 3 toneladas de dinheiro. Foram mais de três meses de operação. Milhares de reais foram gastos no planejamento.

22 de Julho nos cinemas. Verifique a classificação indicativa.

http://www.assaltoaobancocentral.com.br/

SINOPSE
O filme "Assalto ao Banco Central" é uma obra de ficção, inspirada no maior roubo a banco do século. Envolvendo desde a preparação da quadrilha aos bastidores da investigação da polícia federal.

Em Agosto de 2005 164.7 milhões de reais foram roubados do Banco Central em Fortaleza, Ceará.

Sem dar um único tiro, sem disparar um alarme, os bandidos entraram e saíram por um túnel de 84 metros cavado sob o cofre, carregando 3 toneladas de dinheiro. Foram mais de três meses de operação. Milhares de reais foram gastos no planejamento.

Foi um dos crimes mais sofisticados e bem planejados de que já se teve notícia no Brasil.

Quem eram essas pessoas?
E o que aconteceu com elas depois?

São as perguntas que todo o Brasil se faz desde então.
FICHA TÉCNICA
Estrelando MILHEM CORTAZ, ERIBERTO LEÃO, HERMILA GUEDES com LIMA DUARTE como Delegado Amorim, TONICO PEREIRA, GERO CAMILO, VINÍCIUS DE OLIVEIRA, HEITOR MARTINEZ, CADU FÁVERO, FABIO LAGO, JULIANO CAZARRÉ, CREO KELLAB

Participação Especial GIULIA GAM, CASSIO GABUS MENDES, ANTONIO ABUJAMRA e MILTON GONÇALVES
Direção de Fotografia JOSÉ ROBERTO ELIEZER, ABC

Direção de Arte ALEXANDRE MEYER

Figurino MARÍLIA CARNEIRO e ANTONIO ARAUJO

Preparadora de Elenco FÁTIMA TOLEDO

Maquiagem MARLENE MOURA

Montagem FELIPE LACERDA

Mixagem FILMOSONIDO

Som Direto ZEZÉ D’ALICE

Edição de Som MARIA MURICY

Trilha Sonora ANDRÉ MORAES

Canções Tema ANDRÉ MORAES e CHRIS PITTMAN

Produção de Elenco ANTONIA FONTENELLE

Argumento ANTONIA FONTENELLE

Roteiro RENÊ BELMONTE

Colaboração LÚCIO MANFREDI

Produtora Delegada MARIÂNGELA FURTADO

Produção Executiva MARCOS DIDONET, VILMA LUSTOSA e
WALKIRIA BARBOSA

Co-produção FOX INTERNATIONAL PRODUCTIONS

Uma Produção TOTAL ENTERTAINMENT

Produtores MARCOS DIDONET, VILMA LUSTOSA e WALKIRIA BARBOSA

Direção MARCOS PAULO

Sem dar um único tiro, sem disparar um alarme, os bandidos entraram e saíram por um túnel de 84 metros cavado sob o cofre, carregando 3 toneladas de dinheiro. Foram mais de três meses de operação. Milhares de reais foram gastos no planejamento.

22 de Julho nos cinemas. Verifique a classificação indicativa.


'Assalto ao Banco Central' marca a estreia do ator e diretor de TV Marcos Paulo no cinema
10 de junho de 2010 | 6h 00



Lima Duarte é dirigido por Marcos Paulo, em 'filme de tensão'. Foto: Ique Esteves/Divulgação
Roberta Pennafort - O Estado de S. Paulo
RIO - Cinco anos atrás, ao assistir ao noticiário sobre o maior roubo a banco que o Brasil já viu – o segundo mais rentável do mundo –, o ator e diretor Marcos Paulo pensou: "Isso é absolutamente cinematográfico." A produtora Walkiria Barbosa, diretora executiva da Total Entertainment (dos blockbusters Se Eu Fosse Você e Divã), teve a mesma sensação. Os desejos dos dois convergiram, outros talentos se juntaram ao projeto, e o resultado é Assalto ao Banco Central, a primeira incursão de Marcos como diretor de cinema, depois de 40 anos de teledramaturgia.
O crime foi em Fortaleza, mas a maior parte das filmagens se deu no Estado do Rio. Terminaram ontem, na cidade de Arraial do Cabo. Há duas semanas, o Estado acompanhou as gravações nos jardins do Museu da República, no Catete, transformado numa praça onde o protagonista, o Barão (Milhem Cortaz), se encontra com o personagem de Antônio Abujamra, que faz uma participação no filme como um informante. Ex-funcionário do banco, ele lhe passa a planta do cofre a ser arrombado e a disposição das câmeras e dos sensores de movimento, tudo para que o bando aja sem ser percebido.
Marcos gravou rapidamente – sabe bem o que quer, a despeito de ser "iniciante", e está aberto a ouvir os companheiros mais experientes no mundo do cinema, garantem os envolvidos na produção. Teve de refazer takes por conta do barulho dos aviões (o museu é próximo do Aeroporto Santos Dumont) e do tráfego (buzinas, freadas, música alta repentina), mas não se irritou. Afinal, está realizando uma vontade antiga (para isso, contou com uma dispensa da TV Globo).
De tudo o que aconteceu entre os dias 6 e 7 de agosto de 2005, um fim de semana em que R$ 164 milhões foram roubados do Banco Central do Brasil, muito jamais foi descoberto – os assaltantes, parte deles presa, não confessaram o crime até hoje. Eles conseguiram chegar ao dinheiro porque construíram um túnel de 78 m de comprimento e 70 cm de diâmetro, a 4 m de profundidade, que ligava uma casa, onde se escondiam, ao banco.
No filme, que tem roteiro de Renê Belmonte (de Se Eu Fosse Você) a história foi romanceada. Milhem faz um assaltante de origem rica, que arregimenta os comparsas lhes prometendo R$ 1 milhão pelo trabalho. É o cérebro do grupo, e não precisa levantar a voz nem usar da força física para se impor.
"O Barão é um homem inteligente, estrategista, que não anda armado o tempo todo. É vaidoso, se veste bem e não tem senso de humor", diz Milhem, que, a exemplo do que ocorreu em Tropa de Elite, trabalhou com a preparadora de elenco Fátima Toledo – teve só uma semana para se livrar do corrupto PM Fábio, de Tropa, agora coronel, e encarnar o bandidão. Foi um mês de trabalho com Fátima, do qual participaram também os outros integrantes da "quadrilha": Eriberto Leão, Hermila Guedes, Gero Camilo, Heitor Martinez, Fabio Lago, Vinícius de Oliveira. As personagens de Lima Duarte e Giulia Gam são delegados federais que investigam o crime.
Esse é o primeiro filme de ação da Total, que se dedica mais a comédias românticas. Para Marcos, é um "filme de tensão". A maior delas, dentro do túnel, quente, insalubre, claustrofóbico. "As duas coisas que mais me fascinam são a precisão cirúrgica do assalto e imaginar como foi a relação desses homens dentro do túnel. O que realmente aconteceu ninguém nunca vai saber." Serviram de subsídio as notícias sobre o caso e laudos policiais.
A vontade de fazer cinema já existia, mas não a ansiedade que costuma acompanhar um primeiro projeto, ele garante. "Eu estava bastante relaxado, porque sabia que um dia isso ia chegar. Queria que fosse com uma história que eu curtisse muito, e foi".
http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,filme-e-inspirado-no-roubo-ao-banco-central-de-fortaleza,564081,0.htm
27/04/2010 14h21 - Atualizado em 27/04/2010 16h17
Filme nacional vai retratar furto milionário a Banco Central no Ceará
Produção marca a estreia do ator Marcos Paulo na direção cinematográfica.
Elenco conta com Milhem Cortaz, Giulia Gam e Gero Camilo, entre outros.
Do G1, em São Paulo
imprimir
O ator Milhem Cortaz, que será protagonista do filme
sobre o assalto ao BC do Ceará (Foto: Divulgação)
Uma produção nacional vai retratar o milionário furto realizado no Banco Central, em Fortaleza, no Ceará, em agosto de 2005. O filme "Assalto ao Banco Central" teve suas filmagens iniciadas na última segunda-feira (26), no Rio de Janeiro.
Com trama, segundo seus produtores, recheada de suspense e com alguma dose de romance, o longa-metragem marca a estreia do ator Marcos Paulo na direção cinematográfica.
No elenco, estão os atores Milhem Cortaz, Hermila Guedes, Lima Duarte, Giulia Gam, Eriberto Leão, Gero Camilo, Cássio Gabus Mendes, Milton Gonçalves, Tonico Pereira, Vinícius de Oliveira e Antônio Abujamra, entre outros.
O set de filmagens deve ser encerrado em 3 de junho, porém não foi divulgada data de estreia prevista para o longa-metragem, co-produzido pela Fox Films.
O crime
A ação retratada pelo filme foi o maior furto a banco da história do Brasil. Na ocasião, R$ 164,8 milhões foram levados do BC através de um túnel cavado por uma quadrilha em uma casa alugada nas imediações do prédio da instituição. Investigações da Polícia Federal levaram a prisões de 122 pessoas acusadas de envolvimento no crime.
"Assalto ao Banco Central" abordará a autoria do furto e o destino de seus autores.
http://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2010/04/filme-nacional-vai-retratar-assalto-milionario-banco-central-no-ceara.html
FEDERAL
• Sinopse
Dani (Selton Mello), agente especial da Polícia Federal, une-se ao delegado Vital (Carlos Alberto Riccelli) e outros homens do grupo de elite do Comando de Operações Táticas da Polícia Federal para caçarem o playboy Carlos Beque Batista Federal (Eduardo Dusek), responsável por colocar a cidade de Brasília na rota do tráfico internacional de cocaína.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

INSCRIÇÕES PARA O XIII EMECE


XIII EMECE – Encontro de Mocidades Espíritas do Ceará

Apresenta

REENCARNAÇÃO
A Ciranda da Vida


PERÍODO: 05 a 08 de Março de 2011
HORÁRIO: 05 de Março (14 às 17 hs)
06 a 08 de Março (08 às 17 hs)

LOCAL: Lar Fabiano de Cristo
ENDEREÇO: Rua Jaime Rolemberg nº 100 – Maraponga



INSCRIÇÕES: Livraria Sinal Verde – FEEC
Até o dia 27/02/2011 Valor R$ 20,00
*Após dia 27/11/2011 as inscrições serão realizadas somente no dia do evento (se houver vagas) pelo valor de R$ 25,00

INFORMAÇÕES: 3212-1092 e 3212-4268
E-MAIL: emece.feec@hotmail.com

PROMOÇÃO: FEEC Federação Espírita do Estado do Ceará
REALIZAÇÃO: CIJ – Coordenação da Infância e Juventude
APOIO: Lar Fabiano de Cristo